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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Personagem gay não é bem-vinda

Personagem gay não é bem-vinda em alguns programas da Globo



A personagem humorística mais popular do momento no Brasil chama-se Valéria Vasquez, criada e desenvolvida pelo talentosíssimo Rodrigo Sant'Anna. É Valéria quem tem aberto o "Zorra total" nos últimos meses e o bordão "Ai, como eu tô bandida" já tomou conta das ruas do Brasil.
Mas nem todo mundo vê com bons olhos a personagem travesti. Rodrigo foi convidado para ir a dois programas da Globo e, depois, misteriosamente, desconvidado. "Domingão do Faustão" e "TV Xuxa" agendaram a ida de Valéria Vasquez ao programa e, de repente, avisaram que ele não iria mais.

Nos bastidores, comenta-se que Fausto Silva achou o personagem pesado demais para o horário da tarde. Se for pesado para o Faustão, imagine para a Xuxa...


Minha opinião:
Quando eu assisti a este vídeo achei engraçado no início. Porém quando ele fala que é médium eu já não gostei. Talvez porque eu esteja levando a sério demais minha condição de médium e, principalmente de médium evangelizada. Sim, evangelizada. Não quis dizer santa. Mas evangelizada o suficiente pra não achar graça quando ele "banaliza" a lindíssima tarefa de ser médium e a grande importância que devemos dar as coisas divinas.
Este vídeo até me lembrou de uma história contada por uma conhecida. Ela casou com um ex seminarista. Disse ela ter casado virgem. Porém, deslumbrada com a vida sexual ativa, me contou, achando a maior graça um episódio um tanto quanto jocoso.

Em plena lua de mel ele dá um salto da cama. Ela se assusta e diz que é domingo, que queria dormir até mais tarde. Porém ele a convida para ir à missa. Ela diz não querer sair da cama. Mas ele insiste. Ela retruca dizendo que eles estão muito felizes pra que ir a missa?
Ele responde que é justamente por isto que deveriam agradecer. Então ela, num gesto bem descontraído salta da cama se ajoelha e começa a rezar:
_ Obrigado Senhor, por estarmos tão felizes. “E te peço que o “...” do João nunca amoleça pra mim”.

Acontece que ele entrou no jogo dela e o santuário desta união, naquela manhã, foi à cama de casal.
Com o passar do tempo ele nunca mais foi à missa.

Passaram-se alguns anos ela entra em depressão. Descobre que o marido tem outra. Na realidade, outras. Após esta depressão ela fica gravemente doente e conta para todos os familiares que está com Hepatite c porque pegou dele.
Uma história muito mal contada, pois assim que ele volta pra ela à hepatite começa a desaparecer. Aliás, até hoje nunca vi seus exames.
O que quero chamar a atenção desta história para o caso deste humorista?

Que ele, neste humor que para muitos parece "irresistível" menospreza valores que deveriam ser mais cultivados do que banalizados. E o povo vai à onda... Assim banalizando o que deveria ser divino.

A Mediunidade que ele se refere aqui neste vídeo fica parecendo algo que não deveria se levar a sério.
Como o casamento desta minha conhecida.

Como o meio influencia. Ele nunca mais foi à missa. E ela o mantém perto dela com todas as suas estratégias. Vence quem tem mais poder de persuasão.
Que pena! Uma união que poderia ser divina e ser levada mais a sério. No meu ponto de vista.
Em resumo: As pessoas estão banalizando muito as relações. E usando o nome de Deus para as coisas frívolas.
O que é sério tem que ser levado a sério.
Esta frase "tudo acaba em pizza" levou o povo brasileiro a alimentar uma descrença generalizada na política. O Brasil continuará não sendo levado a sério quando se tenta distribuir kit gay nas escolas, por exemplo. Talvez por isto espírita se esquivem tanto da política. Mas sabemos que foi a pressão religiosa que impediu deste processo avançar.

Se houve erros de religiosos na história da humanidade, como as torturas da aquisição, por exemplo, houve também acertos. Então, indiretamente a política pode ser feita por religiosos e até mesmo por espíritas. Um exemplo é este blog.

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